terça-feira, julho 07, 2015

ENFRENTARAM A "CHANTAGEM" PARA SEREM EMPALADOS


Bruxelas tem plano detalhado para lidar com saída do euro


Em conferência de imprensa, após mais uma cimeira de emergência da zona euro, em Bruxelas, Jean-Claude Juncker admitiu pela primeira vez de modo aberto que há planos de contingência na Comissão Europeia para um cenário em que se concretiza a saída da Grécia da zona euro.

O Governo de extrema-esquerda da Grécia de vitória em vitória até ao empalamento final. Ou aceita tudo o que o Euro-grupo exige ou se despede da Europa. 
Há quem sustente que a saída sempre foi a intenção do Syrisa, depois de explorar o mais que pudesse os contribuintes europeus.

SE QUERES DINHEIRO, TENS QUE....

...mostrar o cú como os outros já mostraram. E porque tens em teu favor essa coisa extraordinária que é o  OXI do referendum, ainda vais levar com um supositório OXI - XXL .

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ELES ANDEM AÍ


segunda-feira, julho 06, 2015

SE O RIDÍCULO PAGASSE IMPOSTO


O FILHO DA PUTA

domingo, julho 05, 2015

SAIR DO EURO

 Artigo de no INSURGENTE

"Comecemos pelo que aconteceria no caso de uma saída do Euro. Em primeiro lugar, convém notar que uma saída nunca seria referendada ou sequer discutida em avanço. Os líderes políticos teriam que negar essa possibilidade até ao fim. No momento em que fosse sequer discutida, pessoas e empresas começariam imediatamente a levantar os seus depósitos e colocá-los fora do país, levando a uma espiral de problemas financeiros e bancários que forçariam a saída do Euro e agravariam as suas consequências. A decisão de saída teria de vir de surpresa, muito provavelmente numa sexta-feira à noite. O Banco Central ordenaria a conversão imediata de todos os depósitos bancários sediados em Portugal de euros para a nova moeda que fosse criada. O pagamento de salários e todos os contratos comerciais vigentes também seriam convertidos para a nova moeda. A dívida pública emitida ao abrigo da legislação portuguesa também seria convertida para a nova moeda. Enquanto o processo decorreria, os levantamentos bancários seriam suspensos. Se o fim-de-semana não fosse suficiente para acabar o processo de troca de moeda, os bancos manter-se-iam fechados mais uns dias. Para evitar a fuga de euros para fora do país, também as transferências bancárias seriam proibidas. Quando os bancos reabrissem, já os depósitos estariam redenominados na nova moeda e todos os levantamentos em numerário seriam realizados nessa moeda. A taxa de câmbio da nova moeda em relação ao euro cairia 20-30% no primeiro dia em relação à taxa utilizada na conversão de depósitos. Ou seja, efetivamente os salários, apesar de não caírem na nova moeda, iriam cair 20-30% quando contados em euros.
No que toca à dívida pública, a situação seria mais complicada: O governo poderia manter as suas obrigações em euros, ou seja, perante a desvalorização da moeda, a dívida pública ficaria ainda mais difícil de pagar ou, alternativamente, converter a dívida para a nova moeda, o que os credores veriam como um incumprimento (default). Este default faria com que o Estado português deixasse de ter acesso aos mercados internacionais. No entanto, o facto de agora poder pagar na nova moeda e, portanto, ser mais fácil reequilibrar as contas públicas, provavelmente faria com que o governo optasse pela segunda opção. Nos primeiros meses seria também provável que viessem a faltar alguns produtos importados nas lojas. Como as empresas importadores teriam as suas contas também convertidas para a nova moeda, mas precisam de euros para comprar bens ao estrangeiro, teriam algum problema em repor os stocks. Mesmo que os produtos chegassem sem problemas, eles seriam bastante mais caros. O preço de tudo o que é importado (incluindo combustíveis, telemóveis, computadores, alimentos, etc.) subiria em flecha na nova moeda. A austeridade como a conhecemos hoje acabaria: Provavelmente o governo anunciaria um aumento de salários e pensões cujo efeito seria rapidamente eliminado pelo aumento dos preços da maioria dos bens. Teríamos antes uma austeridade disfarçada, onde o rendimento nominal parecia crescer, mas o empobrecimento resultante da diminuição do poder de compra se sentiria sem disfarce.
Seria perfeitamente possível que o país se recompusesse ao fim de alguns anos; talvez adquirindo a maturidade política e económica necessária para reentrar na Zona Euro, desta vez sem os mesmos problemas. Mas, que não se iludam aqueles que acham que seria uma solução fácil: O nível de empobrecimento e atraso económico causado seria bastante superior e mais rápido do que qualquer programa de austeridade."

sexta-feira, julho 03, 2015

AERONAUTICA


quarta-feira, julho 01, 2015

A SYRISA SOCIALISTA QUE TEMOS POR CÁ

terça-feira, junho 30, 2015

AERONAUTICA


segunda-feira, junho 29, 2015

TRAGÉDIA LUSITANA

TRAGÉDIA GREGA

TRAGÉDIA HUMANITÁRIA DA TRETA


Bancos ficam fechados toda a semana. Levantamentos limitados a 60 euros/dia. 


 Segundo a Pordata, em 2014 o rendimento per capita em Portugal foi de € 16.638, o que dá um rendimento diário para os portugueses de € 45.58.

Como muito bem salienta o Kruzes Kanhoto"Crise humanitária é um conceito que, digo eu, nos suscita imagens de gente esfomeada em busca de comida. Ou em fuga de conflitos armados. Da Grécia as noticias que nos chegam referem uma corrida da população ao levantamento dos depósitos bancários e, agora, de filas intermináveis em tudo o que é multibanco na esperança de colocar os euros a salvo dos malucos do Syriza. Crise humanitária?! Tomaram a maioria dos habitantes deste planeta..." 

Como informava Vitor Bento há poucos dias na TVI: “Até 2012 [última série conhecida], a pensão média na Grécia era de 1000 euros e em Portugal 675 €. A pensão média alemã são 1.000 e poucos euros. Não estamos a falar de valores extremamente baixos. Valores face ao que têm sido outros programas de ajustamento são perfeitamente razoáveis”.

 Em conclusão: Quero que os gregos se fodam. Andaram a viver sem trabalhar o suficiente, sustentados pelos  impostos que os outros pagam, querem faltar ao pagamento do que devem e ainda querem mais dinheiro a crédito. Mas não aceitam apertar nem um furo no cinto.

 Puta que os pariu. Tomara que saiam, mesmo, do euro.

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