Sábado, Maio 18, 2013
BENÇÃO DAS FITAS NO TERREIRO DO PAÇO
Meu poema
Minha vida pesada e leve
Secreta e pura
Meu orgulho, minha alegria,
Minha carne, meu sangue
Minha ousadia
Minha ternura, minha loucura
Prazer imenso de viver esta aventura.
Etiquetas: já só faltam dois
Sexta-feira, Maio 17, 2013
ADOPÇÃO DE CRIANÇAS POR HOMOSSEXUAIS
(c) Henricartoon
1. A adopção é a procura do melhor interesse da criança visando a substituição da família natural.
2. Um casal de maricas nunca poderia gerar uma criança, logo nunca poderia ser uma família natural.
3. A adopção não é um direito dos adultos, sejam eles hetero ou homossexuais.
4. Os homossexuais não podem aspirar a ter direitos especiais só porque são homossexuais.
5. Com o país a agonizar, os nossos deputados deveriam deixar-se de mariquices. Cada vez o Povo entende menos o que aquela gente está a fazer no Parlamento.
6.Quando a criança crescer vai sentir vergonha e vai sofrer por ter dois pais ou duas mães maricas. É que as outras crianças não vão perdoar.
1. A adopção é a procura do melhor interesse da criança visando a substituição da família natural.
2. Um casal de maricas nunca poderia gerar uma criança, logo nunca poderia ser uma família natural.
3. A adopção não é um direito dos adultos, sejam eles hetero ou homossexuais.
4. Os homossexuais não podem aspirar a ter direitos especiais só porque são homossexuais.
5. Com o país a agonizar, os nossos deputados deveriam deixar-se de mariquices. Cada vez o Povo entende menos o que aquela gente está a fazer no Parlamento.
6.Quando a criança crescer vai sentir vergonha e vai sofrer por ter dois pais ou duas mães maricas. É que as outras crianças não vão perdoar.
Quinta-feira, Maio 16, 2013
PARA ENCERRAR O ASSUNTO
Convém recordar esta encenação no Estádio da Luz há 10 anos atrás, quando o FCPorto foi defrontar o Mónaco na Final da Liga dos Campeões. E é fácil adivinhar as faixas que seriam exibidas caso o FCPorto tivesse perdido a Final.
De seguida transcrevo um parcial de um texto de um Sportinguista a propósito da final da Taça UEFA que o Sporting Club de Portugal perdeu em casa para o CSKA de Moscovo.
Acrescento que há notícia de foguetes que benfiquistas fizeram estoirar nessa noite só para humilhar o Sporting.
Por acaso tenho a sorte de ser amigo de alguns benfiquistas que se sabem comportar, mas convém recordar estas coisas. Porque foram reais.
E assim ficam respondidos aqueles comentários, incluindo os das ameaças de morte.
Quarta-feira, Maio 15, 2013
AOS 20 MINUTOS DE JOGO
Já vi 4 escorregadelas, duas das quais dentro da área.
Ainda me lembro de uma final em que o pessoal de Carnide foi de chuteiras novas e tiveram que trocar ao intervalo, tantas foram as faltas de aderência. Não me digam que uma vez mais foram para uma final estrear calçado...
PARVOÍCES PRESIDENCIAIS
Cavaco Silva fala de "inspiração" de Fátima na conclusão da sétima avaliação da `troika`
O Estado é laico. Mesmo dentro da Igreja Católia o fenómeno de Fátima não é pacífico ou consensual. Bem sei que o Papa João Paulo II lhe deu ampla cobertura oficial, mas eu ainda sou do tempo em que o Prior da minha freguesia desconfiava de Fátima, em especial, dos interesses internos da Igreja que por ali se alinhavavam. E na paróquia havia os crentes em Fátima e os não-crentes.
A 7ª avaliação da Troika, como é evidente, não se trata de qualquer milagre religioso. Um Chefe de Estado não pode, por isso, assumir expressões populares como se estivesse na padaria aguardando o saco dos papossecos e a falar com as velhas das dores nos joelhos causadas pelo nevoeiro.
Ademais, ou ele estava a falar a sério porque acredita mesmo que foi milagre, e não podia dizê-lo pelo ridículo em que incorre pelas suas funções. Ou estava a brincar, e não se brinca com coisas sérias para alguns milhões de portugueses.
Mas no fundo, Cavaco Silva deu sequência ao que de mais profundo vicia a alma portuguesa: Tudo o que é bom ou mau tem sempre uma origem mais ou menos esotérica, nunca é culpa ou mérito nosso.
É por o Povo portugues se infantilizar sistematicamentre deste modo, demitindo-se de tomar o rumo nas próprias mãos e atribuindo a um qualquer Karma a responsabilidade pelo passado e o rumo para o futuro, que duzentas famílias mandam no rectangulo desde 1820.
E cada vez que um outsider a essas famílias logra o poder, a barraca ainda é maior. Veja-se o que aconteceu com Salazar, com Cavaco ou com Sócrates.
Cavaco, a continuar assim, um dia destes revela que no jardim do palácio de Belém ouviu um passarinho a cantar e percebeu que era a alma de D. Sebastião. Na Venezuela está outro idiota eleito que já fez um número desses.
EU ATÉ QUE NEM ME IMPORTAVA
...que o Benfica trouxesse o caneco. Mas depois ninguém os cala. O Gomes da Silva, o Gobern, o Carlos Daniel... Até o JJ já estava a pensar ganhar a Liga dos Campeões em 2014 na Luz. Ou seja, está prestes a poder levar quatro ainda este ano e já está com caganças para o ano que vem.
Por outro lado, se o Benfica ganhar, passará a valorizar como ninguém a Taça UEFA e já não pode continuar com a ressabiada desvalorização das Taças obtidas pelo FCPorto. Ainda por outro lado, a derrota leva JJ para o desemprego e vai ser contratado mais um benfiquista de nascença que vai demorar 2 anos a construir uma equipa. Que se lixe. Que ganhe um qualquer.
Segunda-feira, Maio 13, 2013
POVO E ELITES
Um Texto do Prof. Cesar das Neves. Transcrevo a parte mais expressiva, acautelando que o link possa vir a desaparecer.
(...)
(...)
"É preciso dizer que, apesar dos disparates, o regime está sólido e celebrará ainda muitos anos. O povo português lembra-se dos terríveis erros antigos e está grato por finalmente os termos vencido. A população resmunga, mas ajusta-se e encontra solução. O problema, hoje como sempre, está nas elites e intelectuais, que capitanearam o longo delírio político de 1820 a 1974.
A nossa elite é intimamente avessa aos princípios básicos da democracia. Mesmo se ultimamente adoptou a versão oficial, exteriormente democrática, que por vezes até parecia sincera, a crise actual veio revelar as suas reais tendências. As origens da atitude são velhas, profundas e estruturais, manifestando-se claramente em todas as épocas.
A nossa elite é intimamente avessa aos princípios básicos da democracia. Mesmo se ultimamente adoptou a versão oficial, exteriormente democrática, que por vezes até parecia sincera, a crise actual veio revelar as suas reais tendências. As origens da atitude são velhas, profundas e estruturais, manifestando-se claramente em todas as épocas.
A essência da democracia, na política como na economia, é competição, alternativa, desportivismo. Que todos tenham oportunidade de se apresentarem e ganhe, não o melhor, que ninguém sabe quem é, mas aquele que a sociedade preferir. Ora, os nossos pensadores e dirigentes há séculos que são eminentemente proteccionistas, corporativos, clientelares. A sua visão é aristocrática, egoísta, manipuladora. Consideram-se geniais e desprezam as massas ignaras e o País, que nunca os mereceu. Visceralmente avessos à incerteza das eleições e mercados, preferem arranjinhos de bastidores, batota do árbitro comprado, garantia de progra- mas de apoio.
Esta atitude de fundo sempre se manifestou no campo económico com uma posição abertamente anticapitalista. Do jacobinismo republicano ao corporativismo salazarista e à social-democracia do PS e do PSD, a elite nacional repudia sem rebuço a incerta economia de mercado, preferindo a versão dirigista e regulamentar. No campo político, pelo contrário, o discurso tem sido mais diversificado. Aí é preciso ir ajustando as expressões, para não chocar as conveniências de cada época.
É verdade que mesmo após Abril permaneceu viva, sobretudo na extrema-esquerda, uma doutrina claramente antidemocrática. A corrente principal da elite, no entanto, dizia-se nominalmente defensora de um regime aberto e europeu. Isso não impediu, naturalmente, a captura corporativa do sistema que alimentou a dívida galopante. Agora que os resultados da loucura rebentaram, vemos as personalidades mais insuspeitas apregoarem propostas perversas, sem a menor vergonha de negarem aquilo que sempre disseram defender.
As actuais imprecações antidemocráticas partem sempre do repúdio do Governo, alegadamente povoado de mentecaptos perversos empenhados na demolição nacional. O facto de essas políticas virem não do arbítrio de ministros tolos, mas da orientação de instituições internacionais reputadas, a quem os críticos sempre proclamaram uma adesão incondicional, não parece fazer a menor diferença. A única solução, segundo eles, é subverter as instituições, derrubar a maioria legítima, convocar eleições subversivas.Nem sequer entendem que essa mesma proposta minaria a legitimidade do Governo daí resultante, o qual, aliás, não teria outro remédio senão continuar na mesma linha de austeridade.
As nossas elites são profundamente antidemocráticas. É por isso que durante séculos esse regime nunca vingou por cá. Desta vez talvez haja esperança. O povo, que sempre teve uma saudável desconfiança das elites, já vive o 40.º ano depois de Abril.
Domingo, Maio 12, 2013
ATÉ AO LAVAR DOS CESTOS
Os maiores inimigos do Benfica são os jornalistas e comentadores benfiquistas que semana após semana são tendenciosos e manipuladores nas suas intervenções públicas agredindo as simpatias e a inteligência dos outros. É a comunicação social que potencia a reacção anti-benfiquista que transborda cada vez que o Benfica fracassa. É um prazer mórbido que todos sentem quando se vê o Benfica de joelhos. É a natural reacção à arrogância.
Jorge Jesus, desde o célebre 5-0, nunca mais tentou ganhar um jogo ao FCP. Joga a medo, para o empate e esperançoso que o contra-ataque possa resultar. Mas nem sempre resulta. E ontem, uma vez mais, não resultou. Foi um jogo feio que o Benfica não ganhou, e nem tentou ganhar, porque não teve coragem de partir para cima de uma equipa azul manifestamente enrolada, nervosa e sem alegria ou chama para jogar futebol. Vitor Pereira corre o risco de ser bi-campeão à conta de mais um fracasso do Benfica. Com uma equipa que joga o futebol mais mastigado e chato de que tenho memória.
Mas como o pessoal já andou nos Aliados a deitar foguetes antes da festa, receio que o Paços de Ferreira acabe por estragar a dita.
JJ tinha plena razão quando vaticinou a vantagem da equipa que abandonasse em primeiro lugar as competições europeias. Mais, JJ reduziu o problema à sua dimensão de treinador. E, já agora, à dimensão de Vitor Pereira. Pois a dimensão de ambos é a de treinadores secundários que não conseguem gerir os plantéis de forma a dar-lhes consistência em simultâneo na frente interna e europeia. Vitor Pereira vai ser, finalmente, dispensado. A dar lugar a um treinador que goste de futebol de ataque. Jorge Jesus, para prazer de quem não é benfiquista, permanecerá em funções.
Sexta-feira, Maio 10, 2013
NEM TUDO É MAU
Henrique Monteiro, Benfiquista assumido, consegue brincar desta forma inteligente e bem humorada com as pequenas grandezas de certos egos lá de casa.
Por seu lado, estes são os bilhetes que foram colocados à minha disposição por um Benfiquista do Norte que me convidou para ir ao Dragão ver o jogo com ele.
Na véspera do jogo mais importante da época, escolhi falar do Benfiquismo com classe.


















