segunda-feira, outubro 20, 2014

A FOME NOS AÇORES

Mais uma reportagem da Televisão Pública sobre a fome nos Açores. Ouvindo a lastimosa narrativa do reportér, fica-se com a clara ideia de que a culpa daquilo tudo é do Governo da Nação, a começar pelo Primeiro Ministro que não foi abençoado com a clarividência socialista para resolver os problemas do Povo. O facto de o Governo Regional dos Açoes ser socialista nem foi abordado pelo diligente Jornalista da Televisão Pública. E mostra-se o frigorífico vazio, para ilustrar a muita fome, a fome ceguinha que as pessoas sofrem. Em especial, as criancinhas, Senhor ! Agora, façam-me o favor de atentar nestas duas fotografias da criancinha varada de fome. O puto está gordinho, não está? Olha ali o bracito todo rechonchudo. E a Mãe também está rechonchuda, não está ? E lá atrás vê-se mais um braço gordito de uma adolescente com fome e a barraguita volumosa da mesma com pneu e tudo. Óbvios indícios da fome que a reportagem da RTP denuncia.
O que me parece é que o assistencialismo no modelo maçónico-socialista cria uma classe de pessoas inúteis, que não trabalha, nem busca trabalho, que fica a  aguardar todos os dias pela hora a que as Trabalhadoras Sociais fazem a distribuição das refeições, suprindo assim as necessidades alimentares de miúdos e graúdos. E, por isso, anda toda a gente  bem gordinha a passar fome. E no final de cada mês vem o subsídio, poucachinho mas certinho, que nunca daria para alimentar a família ou para a renda de casa, mas  também  nunca foi para isso que o subsídio foi criado, porque a comida aparece sempre em cima da mesa e a casa é da "Cambra". E a roupa é provida por esta ou aquela Associação  Humanitária. E a Escola é de borla e os livros também. E o Centro de Saúde e o Hospital também. E, no fim, o Tribunal e a Cadeia também são de borla.
Foi o  próprio Estado quem viciou estas pessoas, comunidades inteiras,  num sistema de vida de padrão mínimo que inibe a ambição e  abafa o desejo que só em tempos remotos foi frustração mas que agora é resignação. Resignação alimentada a 3 refeições por dia, convém não esquecer.
Cá pelo Continente temos em especial a Comunidade Cigana a viver este padrão. Nos Açores, pelos vistos, é a Comunidade Pescadora.  Fale-se, denuncie-se a miséria humana que este sistema assistencialista-maçónico criou. Mas não se fale em fome. Crianças com fome   não é o que aparece nas imagens da TV pública.
Como  é que dizem os chineses ? Não lhe dês um peixe, ensina-o a pescar, não é... ? Lamentavelmente os iluminados socialistas-maçónicos não conhecem ditados chineses.
O Socialismo por onde passa só potencia a miséria humana. Grandes e altruístas ideais que na prática só estupidificam as pessoas.


6 Comments:

Blogger Bruno said...

No outro dia apareceu-me um à porta a pedir. Renault Megane, músculos de ginásio, a pedir - para o bolso dele - em nome duma associação do não sei quê, passava recibo e tudo. Se lhe pedisse para me ajudar não podia. Coisa brega o trabalho. E é o que temos, malta de mão estendida mas sem nunca aplicar a máxima de Clint Eastwood: trabalha de borla e mostra o que és capaz, eles pagar-te-ão bem para te ter. Chulos e parasitas tal qual aqueles que os defendem, noutra escala de caviar.

21:02  
Anonymous Agnelo said...

"... o bracito gordinho e o pneu na barriguinha..."
Que piadão, pá!

03:01  
Anonymous NC said...

Isto faz-me sempre lembrar a assistente social da Câmara que para me justificar o RSI e a renda de casa paga pela Segurança Social (atribuidos depois de um relatório favorável dela) a uma garota de 23 anos, prostituta, e ao mesmo tempo todos os dias ela ir tomar o pequeno almoço à pastelaria e passar o tempo a falar ao telemóvel, por acaso topo de gama... É que a resposta da assistente social quando a interpelei sobre o caso foi que eram medidas para a incentivar a deixar a prostituição e a estimular a sua auto-estima, razão pela qual achava muito bem as benesses e o telemóvel topo de gama... (Tive de lhe dizer que também eu achava muito bem se não fosse o dinheiro dos meus impostos a suportar aquela marmelada toda... Escusado será dizer que a senhora assistente social, hoje a desempenhar um cargo político de algum relevo, ficou escandalizadíssima...)

22:18  
Anonymous NC said...

Isto é cultura CEE... Há uns 3 ou 4 anos, em Lourdes, chamou-me à atenção uma senhora ainda jovem com uma criança pequena a pedir esmola numa esquina muito movimentada numa rua comercial da cidade. A maior surpresa, contudo, foi às tantas ver a senhora e a criança abandonar o local e dirigir-se a um Peugeot de gama média-alta onde estava um indivíduo também ainda jovem ao volante, entrar e calmamente irem embora... Provavelmente, pelas vestes da senhora, emigrantes do leste balcânico ou arredores. Tudo na maior tranquilidade...

22:28  
Blogger carneiro said...

Os principais prejudicados são estes beneficiários. è o sistema que os reduz a esta dimensão.
Na mesma reportagem, apareceu uma fulana, talvez duns 45/50 com ar lacrimoso a dizer "queria ver se davam uma casinha á minha filha". Como se fosse a coisa mais natural e banal do mundo. A classe média trabalha uma vida interira para pagar a sua casa. Esta gente basta-se em pedir a casinha.
Porque passa a viver num mundo mágico onde os bens de primeira necessidade nãotêm valor, preço ou custo, mas entes surgem espontaneamente do querer do "Senhor Dr. que manda na cambra".

09:36  
Blogger carneiro said...

NC,

A cultura CEE é maçónica. Estamos de acordo.

09:38  

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