sábado, agosto 10, 2013

JONI BRANDÃO

Ontem deu para perceber que Joni Brandão não foi campeão nacional de fundo por acaso. Brandão teria ganho a etapa, com mérito excepcional, se a sua equipa não lhe tivesse atraiçoado o esforço. Foram os colegas de Equipa que levaram a cabeça do pelotão até ele, anulando-lhe a fuga. E se não fosse a queda qua vitimou Petrov - que fora levado ao colo pela Efapel até Brandão - o Rui Sousa também não teria ganho a etapa. Ou seja, o plano B da Efapel só resultou por um acaso da corrida. A vitória caiu-lhe no colo, ainda por cima no momento em que Sousa percebeu que já não tinha pernas para acompanhar os dois que lhe iam na frente, Petrov e Brandão. O que aqui se deixa salientado, em especial para que a vitória de Rui Sousa não seja integrada num qualquer mérito estratégico especial da sua direcção de equipa. Não fosse a queda de Petrov e a Efapel tinha fracassado na sua estratégia de corrida. Teria sido muito mais bonito, leal, desportivo e verdadeiro que a Efapel tivesse concedido o benefício da dúvida a Joni Brandão e não lhe tivesse anulado a fuga só para tentar a vitória artificial de vedetismos excessivos e injustificados. Se Joni Brandão atacou na parte final quando ainda tinha um carro da Equipa consigo foi porque a Equipa o autorizou, reconhecendo-lhe capacidade. Não pode a Equipa, logo a seguir, anular essa atitude competitiva, ainda por cima levando-lhe a matilha de lobos até aos calcanhares. Se fosse comigo,  mandava foder a equipa. Não se menospreza, assim, o esforço de um atleta durante 180 quilómetros. E para ter uma equipa destas.mais vale pedalar sózinho. Ler aqui a descrição da parte final a etapa.

3 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Como diz o Povo, "palavras de burro não chegam ao céu..."
Humberto Sá

00:28  
Anonymous Anónimo said...

Como diz o Povo, "palavras de burro não chegam ao céu!"

Humberto Sá

00:30  
Blogger carneiro said...

Há outras que se ouvem a dobrar

14:14  

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